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Quando o Senhor Jesus, no ardor do exercício de seu ministério do anúncio do
Reino de Deus, diz que não veio para ser servido, mas para servir (Cf. Mt 20,28), e testemunha
essa Palavra no gesto do Lava-pés, o Mestre dos mestres deixa à comunidade dos de seus
seguidores os traços constitutivos mais significativos da realidade diaconal, não só
no que diz respeito ao "ser" do ministro, mas, sobretudo, ao "ser" da Igreja.
Com uma afetuosa saudação, em Cristo
Pe. Claudio Jacinto da Silva.
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